De Jacareacanga a Apuí Projeto Famílias da Transamazônica

O último trecho

24 de Abril de 2008 às 14:07 admin  | Enviar por e-mail Hits para esta publicação: 4074

Sob o pretexto de estar esperando o Busão chegar, que demorei tanto tempo para escrever esse artigo. Estar de volta ao Rio de Janeiro e nos braços da família reúne tranquilidade e inquietação.

Chegar de uma viagem de 80 dias, dos quais mais de 60 foram passados na Amazônia é algo mais complexo do que voltar da Disney, da Patagônia, do Nordeste ou de tantos outros lugares nos quais já estive.

Desde que voltei da Amazônia vivo um misto de querer ficar em família e de voltar para lá. Como disse meu amigo Adilson, de Porto Velho, são os Deuses e Espíritos da mata. Devem ser!

Essa viagem foi a mais social que já fiz. Apesar de ter conhecido muitas belezas naturais, as maiores belezas que tive a oportunidade de vivenciar foram as pessoas que conheci.

Bom! De volta ao Rio tento me envolver com outros projetos na tentativa de não permanecer viajando. Ou na tentativa de fazer essa viagem durar um pouco mais……….

Como prometi, estou colocando no ar o último trecho da viagem e fiz um resumão saindo de Apuí e indo até Porto Velho. Já decepcionando uma parte da tripulação, não tenho registros fotográficos de Apuí – perdi as fotos – e de Porto Velho – não sei aonde estava com a cabeça –. Mas tentarei mostrar como foi o “trecho” assim mesmo.

De Apuí vale deixar um registro muito importante: O xará Marcelo Fuzinato da Gaia Expedições (www.gaiaexpedições.com) foi super amigo. Ligou de São Paulo para o seu amigo Marquinhos, que mora em Apuí e o Marquinhos, por sua vez não aquietou enquanto não me encontrou na cidade e me ciceroneou. Uma senhora força! Dizem por Apuí que o Marquinhos será o próximo Prefeito de lá. Boa sorte e muito obrigado ao Xará e ao futuro Prefeito.

Saí de Apuí com a intenção de chegar até a balsa de Matá Matá e dormir por lá. Eram 4 da tarde e até daria uns 100km mais ou menos. Enrolei um pouco na cidade, passei numa oficina pensando em cortar o cabo de aço do guincho traseiro que estava puído. Resolvi não cortar e segui. Saí um pouco depois do ônibus e em poucos metros o passei.

Cheguei na balsa ao anoitecer. Que bom! Um caminhão boiadeiro ficou “entalado” na rampa da balsa quase o dia todo. Mesmo que tivesse chegado cedo, passaria o dia esperando. Quando cheguei ele ainda estava lá. Saiu tarde da noite.

Ao chegar conheci três figuraças que estavam de castigo com seus caminhões na beira do rio Airupanã, por causa do caminhão entalado do outro lado.

1 1 2 - 1 1 2

Eles são Udson, Cobra e Paulinho…nessa ordem. Sairam de Rio Branco, no Acre, e foram até Apuí pegar uma carga de madeira. Também estavam a caminho de Humaitá e depois de muita conversa e de me darem uma aula de rádio amador decidimos sair cedo no dia seguinte para passarmos logo na balsa, antes que outro “entalasse”.

Como o rio estava muito cheio, a balsa não podia encostar no “ancoradouro” e os carros, digo, carros, caminhões, caminhonetes, carretas, ônibus, bicicletas, motos e tudo mais tinha que embarcar na balsa com água nos joelhos (na altura dos meus, é claro!).

A balsa “dormiu” do outro lado do Aripuanã e logo pela manhã a dúvida……..será que vai subir?

2 1 2 - 2 1 2

Será que vai descer?

3 1 2 - 3 1 2

Mas com uma ajuda do pessoal, desceu.

4 1 2 - 4 1 2

Agora era a nossa vez……..

5 1 2 - 5 1 2

Ops! Eles não. Esses estavam muito bem. Como ia dizendo, a nossa vez!

6 1 2 3 - 6 1 2 3

O Udson quase passou! Com o caminhão tracionado quase deu. Ficou faltando um pouquinho. Esse pouquinho ele foi com a ajuda do Busão, que já havia descido. Ah! Lembram do cabo de aço que resolvi não cortar em Apuí? Foi cortado agora. Mas ganhou uma mão de amigo que ficou show de bola. Melhor do que se tivesse cortado na oficina. Depois veio o Cobra e……

7 1 2 3 - 7 1 2 3

No que meteu a “cara” do caminhão na água e acelerou, lá se foi a ventoinha. Para quem não sabe é um ventiladorzão que ajuda na refrigeração da água do motor.

Do lado de cá do rio, entrou em cena o Mercedão que o Udson pilotava e com um cabão de aço puxou o VW do Cobra.

9 1 2 3 - 9 1 2 3

Restava o Paulinho que já ressabiado colocou o párachoque em cima da carga e seguiu com o caminhão com cara mau….

8 1 2 3 - 8 1 2 3

Também ficou na água…

10 1 2 3 - 10 1 2 3

Nessa brincadeira levamos duas horas para descermos todos os possantes da balsa. No fim eu perguntava ao Udson em quanto tempo ele achava que chegaria em Humaitá e ele nem se arriscava em uma previsão.

Depois que passamos todos pro lado de cá do Aripuanã, fomos dar um jeito na ventoinha do Cobra. Do caminhão dele!
Ficou meio avariado, mas decidiu tentar seguir viagem. Em suas contas o valor do frete já quase não compesava mais a viagem. Por isso que muitos se negam a trafegar por aqui nessa época.

Como o comboio andava mais lento, segui o estradão. Estava só novamente…..

11 1 2 - 11 1 2

Cheguei no 180. Isso é: Faltavam 180 km para chegar em Humaitá. Lá resolvi dar carona para uma família. Isso mesmo!

13 1 2 - 13 1 2

Samuel, Agenilda e as crianças. Em resumo, foi a minha chance de retribuir toda a hospitalidade das pessoas ao longo da viagem.
Apesar do sacode sacode na estrada, dos atoleiros e da noite dormida…

12 1 - 12 1

…debaixo desse telheiro conseguimos chegar em Humaitá no dia seguinte.

14 1 2 - 14 1 2

Chegando lá descobri uma cidade interessante. A única aonde se orienta a…..

16 1 2 - 16 1 2

Mesmo assim…….

17 1 - 17 1

Humaitá é uma cidade de fácil acesso. Por rio está ligada a Manaus e demais ribeirinhas, há vôos regulares e uma estrada de burasfalto que a liga a Porto Velho. Muitas pessoas na cidade usam a bicicleta. Não há transporte público regular, mas também há muitas motos.

18 1 - 18 1

Esses são o Diogo e o Chaguinha. O Diogo é o secretário de Educação e o Chaguinha assessor de comunicação. Os dois são gente finíssima e, se achei humaitá agradável, como achei muito, parte da responsabilidade é dos dois. Não mediram esforços para agradar. Fizeram questão de apresentar a cidade, como se quisessem que eu fosse morar lá….me receberam de braços abertos, renderam o maior papo, me apresentaram o prefeito Roberto Cury, com quem também rendeu o maior papo e assim foi……….Falaram assim: - Quer conhecer humaitá?

Então entra aí na voadeira e veja que tem a vista da cidade diretamente do Madeira……..

19 1 - 19 1

Tem as balsas de garimpo…….

20 1 - 20 1

Tem a madeireira nas margens do rio……..

21 1 - 21 1

Tem árvore cheia de frutos…..

23 1 - 23 1

Tem gente que leva açaí para o mercado. E eu que comprava todos os dias…….

24 1 - 24 1

Tem gente que chega…….

25 1 - 25 1

E que vai embora……..

26 1 - 26 1

27 1 - 27 1

Epa! por falar em ir embora….já estava esquecendo e quase fiquei. Mas lá em Humaitá achei que já estava muito perto e precisava conhecer Lábrea. Até nisso o Diogo me ajudou. O Chaguinha estava todo animado para ir. Diogo nem tanto e resolveu encontrar alguém para ir comigo.

Antes disso andamos pela cidade inteira especulando como seria chegar até lá. Uns diziam: dá pra ir. A maioria dizia: não passa!

- Quem vai? Eu queria saber
- O Maloteiro, alguém falou. Mas as balsas são dele e para passar só com autorização.
- E aonde está o Maloteiro?
- Sei lá! Acho que tá pra lá.
- Mas quem sabe?
- Já foram na casa dele?

E fomos. Diogo e eu. Eu para me convencer de que era possível. Diogo para tentar me mostrar que era melhor ficar. Ao chegarmos na casa do Maloteiro não vi o carro dele. Mau sinal! Entrei no terreno, assim meio sem graça, bati palmas e nada. Gritei e nada. Fui entrando e torcendo para não ter um cachorro bravo. Medi bem a altura da mureta e pensei meu plano de escape.

Cheguei até a porta da casa e ninguém percebeu. Quando falei oi o susto foi geral. Deles com o meu oi e meu com o susto deles.

- Tudo bem? Desculpe invadir a sua casa. É aqui que mora o Pedro, o maloteiro?
O slilêncio entre a perguanta e a resposta parecia uma eternidade. Daí a moça morena ajeitou a criança a qual dava de comer, me olhou meio desconfiada e disse:

- Aham!
- E ele está? Perguntei.
- Ah, ah!

Comecei a achar que o Diogo estava certo, mas antes disso resolvi tentar mais algumas perguntas e saiu:

- Sabe me dizer se ele está pra Lábrea?
- Está sim. Foi com o pai dele e só volta na segunda-feira.

Isso era no sábado. Pensei comigo mesmo que não daria para esperá-lo. Meu dia de ir era aquele e resolvi perguntar se ela conhecia a estrada, se sabia se era muito ruím mesmo, se realmente não dava para passar, se as balsas eram deles mesmo e se ela poderia dar uma autorização para eu passar nas balsas.

Ela não foi muito animadora. Disse-me que o achava que o marido ía “praquelas” bandas porque era louco e que a autorização era só com ele.

Mesmo assim decidi tentar. O Diogo desistiu de me fazer desistir. Achou o Paulinho que falou que iria amarradão. Fiquei desconfiado do Paulinho topar amarradão, mas falei com ele para arrumar a bolsa que a gente precisava sair em 15. Demorou um pouco mais, mas ele foi rápido!

O Paulinho apresento já já. Primeiro vou mostrar, mais ou menos na ordem, como se chega em Lábrea……….

Primeiro você anda um bocado numa estrada meio esburacada. Quando já está cansado da estrada vem a…..

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Balsa do Ipixuna. Essa é rápida! Depois você passa pelo Estreito – guardem esse nome – e chega do lado de cá do Açuã…

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Daí você espera

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Espera

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e espera…..

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Daí, chega o Mineiro …….

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………e diz que não vai te atravessar, que o rio está muito “brabo”, que a correnteza está muito forte, que isso não é época de passar de carro por lá, que você está louco e que para conseguir atravessar a balsa com um carro pesado desse iria precisar de mais dois barcos.

Só a minha rabeta não dá conta……..depois de muita conversa….

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Você espera mais um pouco até ele voltar com os barcos….enquanto isso almoça…

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descansa….Aí ele chega com os outros barcos….

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Começa a maior faina para atravessar. Você começa a achar que está louco mesmo, que a balsa vai ser levada pelo rio…….

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…..um dos barcos quase afunda. Mas dá tudo certo e você segue em frente.

Segue, segue, segue até chegar no Mucuim.

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Chegando lá você chama o Sr. Zé Balseiro, muito bem humorado e …

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Espera. Ele atravessa o rio Muicuim numa canoinha, chega rindo, diz que já estava esperando por você, que o maloteiro já tinha falado da Toyota que viria. Opa! Toyota?

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Daí ele percebe que o carro não é a Toyota, leva você para o outro lado do Rio para falar com o Maloteiro, pois a balsa é dele. Nisso o Maloteiro chega, diz que o Toyota desistiu de ir, faz a maior festa, diz que você é maluco. Que nem ele passa no estreito naquele horário, ainda mais na primeira vez, que você – desculpe tripulação do blog – deve ter o “saco roxo” e……..que talvez a balsa aguente o peso do carro.

Falou o Pedro, vulgo Maloteiro: - Vamos fazer um teste? Vamos ver se ela aguenta. Mas antes você…….

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Depois

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Daí ele – o Maloteiro – mede para ver se a balsa vai aguentar o seu carro….

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E ela aguenta. Daí, ele fala pra você seguir em frente que a próxima balsa fica há mais 40km à frente, que a estrada é boa e que pode tocar.

Você toca, segue em frente, mas já olhando pro relógio e resolve acelerar para ganhar tempo e…….

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Carái……quase capota o carro!

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Isso não!

Daí você sai do carro de mansinho e torce para não ventar e nem chover, senta do outro lado da estrada desolado, fica com vontade de ir ao banheiro, com a boca salgada, se chama de burro, se dá conta de que nada disso resolve. Decide passar o cabo do guincho pelo bagageiro para segurar o carro enquanto termina de descer o barranco, arrebenta o cabo do guincho traseiro, passa o do guincho dianteiro, gasta duas horas para tirar o carro intacto e segue viagem…..

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Chega na Balsa do Marí…

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Conhece o Iran e puxa a balsa para o lado de cá

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Só que a noite…….

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Depois continua seguindo e chega no Paciá, conhece o Evandro e….

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atravessa a última balsa. Contou 5? Então está certo! Daí para frente é moleza. Faltam 36km para Lábrea. Depois disso tudo, mais fácil do que ouvir uma criança dizer que não gosta de jiló.

Agora só falta………

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Acordar e seguir viagem.

Vruuuuuuuu. Voltando a fita! Há um pequeno detalhe. Lembram do estreito? O Paulinho já apareceu umas duas vezes. O estreito nenhuma. Vou apresentar o estreito primeiro, pois pulei essa parte da receita de como se chegar a Lábrea.

Primeiro você espera anoitecer………

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Ops! Acende a luz aeeeeeee……e

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atola e desatola

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Atola novamente e cata uma árvore. Torce para ela aguentar!
Segue em frente e…….

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atola novamente. Ah! Sempre que atolar, lembre-se de desatolar. Depois você fica morto de cansaço e dorme.

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Acorda, nesse estado, dentro do carro e…….

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Atola novamente

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E mais uma

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E mais uma. Perái! Dá pra ao menos lavar o rosto e escovar os dentes?

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E tomar café?

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Olha aí o Paulinho! Mas porque está tomando café da manhã aí?

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Ah, não! Atolou mais uma vez!?

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E mais uma……

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Agora chega! Já dá para seguir viagem,

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revisar as cicatrizes

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e chegar em

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Ufa! Dois dias para percorrer os 210 km no Gps e 238km no odômetro. O carro fez uma média de 4,5km/L e passou duas horas ligado para circular um ar dentro dele. Estava naquele estado!

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Agora bastava fazer o caminho de inverso e poderíamos voltar para casa.

Chegando em Lábrea me tornei o homem da meteorologia. Não desgrudava o olho do céu. Estava preocupado com o caminho de volta. Caso chovesse mais poderíamos ficar presos em Lábrea. Tentei todas as opções de retorno e, exceto se eu quisesse deixar o Busão por lá, para buscá-lo em agosto ou setembro quando tudo está seco, a única saída era o caminho de ida.

Mas nos dias que passei em Humaitá também me senti em casa. Logo que chegamos o Jesus, secretário de Educação, nos recebeu como seus convidados. Os amigos do Paulinho como irmãos. Ficamos as primeiras noites no Hotel Lábrea e a última na casa do Frank.

Chegando lá fomos direto para a

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Consertar o alternador que pifou novamente. As escovas acabaram! Depois fui cuidar da máquina

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Nesse meio tempo, entre ir pra lá e pra cá, descobri uma Lábrea muito interessante. Aprendi que mesmo no trapiche há lugar para “estacionar”

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Para cultivar

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Para a fé

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Para a oficina

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Para brincar

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Com mais amigos

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Para fazer entregas

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Para pescar e brincar

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Para consertar rabetas

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Para almoçar

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Para fazer mais amigos

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Esse é o Chico do lava à jato que precisou de dois dias para deixar o Busão assim

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Também aprendi que lá muitas coisas começam assim

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E se transformam em

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Ou em

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Que viram

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Que geram

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Que começam cedo

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Quem nem sempre estão aonde gostariam

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Mas que gostam daqueles que cativam

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Que conquistam aquilo com o que sonham

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Que sonham enquanto fazem o que podem

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Que pensam em voltar para casa

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Que deixam amigos por onde passam. Esse é o companheiro Paulinho!

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E que voltam porque têm para quem voltar!

Mas antes de voltar eu ainda tinha uma missão:

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Chegar ao final da Transamazônica. Aqui termina a BR230. Daqui para a frente somente navegando pelo Rio Purús. Não adianta. Não há mais mais caminho. Foi muito bom, mas é hora de Voltar.

67 - 67

FIM DA LINHA!

15 1 2 - 15 1 2

Aos que participaram dessa odisséia.

Parceiros - Parceiros

Abreu e o Wanderson do Armazém Paraíba (Marabá)
Adilson Siqueira de Andrade,
Adilton (Pacajá)
Adriana Lyra,
Alaor,
Alessandra, Sr. Wilson e Marta – HR
Alexandre (Jeep Clube – Porto Velho)
Alexandre do lava à jato (Lábrea)
Aline
Aline Pessanha (Champion)
Aloysio Sodré,
Amaury,
Anajô,
André Martinelli,
André R. Ribeiro
Andrevânia (Sucunduri)
Angela (Goiana-Carioca)
Angela Sugai
Anne – Beco do Alemão
Antonio Roque Longo (Prefeito de Apuí)
Antonio, Jaqueline e David (Art Pães – Brasil Novo)
Arinaldo (Medicilândia)
Augusto (Altamira)
Aurivaneide da Mata Cavalcanti (Medicilândia)
Bacabau (Humaitá)
Baianinho (Pacajá)
Beatriz
Belinha (Pacajá)
Bernardo
Bete
Bigode (Sol Nascente)
Bil (Altamira)
Capucho do casquinho (Lábrea)
Carlos (Prefeito de Jacareacanga)
Carlos (Uruará)
Cesar Siqueira
Cezão
Chagas (Brasil Novo e Medicilândia)
Chaguinha (Humaitá)
Chico Tozetti (Pacajá)
Cícero (IBAMA)
Cláudia
Cláudia Mello e Marquinhos (Pacajá)
Curuá (Roberto), Vitória, Bebê (Vitor) e Mara (Sol Nascente)
Daniel
Daniel (Apuí)
Daniel Ulian (Medicilândia)
Daniela, Fernanda e Carolina (São Paulo)
David L Marcelino - Camel Trophy Brasil
Demian Mota Coqueiro
Demian, Soraya e Laila
Diogo (Humaitá)
Divinaldo (Alto Paraíso)
Dna Eurídice e Mazinho (Sr. Osmar) (Agrovila Castelo Branco)
Dna Maria (Pacajá)
Dna. Maria, Sr. José Mascate e Sr Antonio do DNER (Maracajá)
Domingos da Casa do Borracheiro (Marabá)
Dona Joana (Vila São Jorge – Itaituba)
Dona Joana (Vila São Jorge – Itaituba)
Dona Raimunda, Sr. Luiz, Evandro, Regiane e Francisca (a Goiana) (Anapu)
Dona. Antonia (Altamira)
Dona. Maria José e Sr José (Brasil Novo)
Dudu (Vila São Jorge – Itaituba)
Elefantinho (Jacareacanga)
Elenir
Elenir (Medicilândia)
Elizabete
Erico e Mariana (Botucatu)
Esmeralda (São Paulo)
Ester
Evaldo (Niterói)
Evandro (Rio Paciá)
Evanilde, Daniel, Lucas, Maria Eduarda e Sansão (Tocantins)
Evanize Sydow (Rio de Janeiro)
Fábio e Solange – Botas Nomade
Fabricio
Fabricio Assis Carvalho
Fausto (Alto Paraíso - Macaquinhos)
Fernanda
Fernandinho e Artur – Brazil Tires
Flavio (Altamira – Amigo do Marcelo de Macapá)
Francisco (Jacareacanga)
Francisco e Aline – Champion Technologies
Francisco Ruiz (Presidente da Comunidade do 28 – Itaituba)
Franco – Ensimec
Frank (Lábrea)
Galego (Altamira)
Getúlio (Alto Paraíso)
Gilmar (Filho do Prefeito de Jacareacanga)
Glei-so (Índio Mundurucu)
Grande (Brasil Novo)
Grande (Manicoré, quase Apuí)
Gulherme Ávila – Globalstar
Gustavo – BY Roupas
Gustavo (Gaúcho – São Jorge)
Gustavo Diehl
Helena do bar (Jacareacanga)
Helenita
Hugo Deleon
Ilze & Portolan
Índio (Rio Mucuim)
Iran (Rio Marí)
Isabela
Janete (Hotel Macedônia – Humaitá)
Janice
Jeromé (Francês/Carioca)
Jessé (Jeep Clube – Porto Velho)
Jesus (Secretário de Educação – Lábrea)
Joandina
João do lava à jato (Medicilândia)
João Felipe – Hipull
Joao Francisco
João Paulo (Medicilândia)
Joao Pedro (Guapimirim)
Joel Cury (Humaitá)
Joelmo
Joelmo Tavares
José Batista (Marabá)
José Batista da Pastoral da Terra (Marabá)
Josiel
Jr, Bela, Olavo, Frida e Sofia
Julia
Julia martinelli
Juliana
Juliana – Banana Brasil
Júlio Cesar (Lábrea)
Junior Bancana (Marabá – Funai)
Juvenal (Alto Paraíso)
Karina (Lábrea)
Kelly (Medicilândia)
Kiko
Leila e Zé Carlos
Leonor Bianchi
Levy (Brasil Novo)
Lilyen
Luciano Maia
Lucy
Luís (Jatô Restaurante)
Luizinho
Maira
Maira e Joana (Padaria – São Jorge)
Maradona (Lafaiete)
Marcelo
Marcelo (Irmão da Mariza – Altamira)
Marcelo (Sobrinho do Bil – Altamira)
Marcelo (Uruará)
Marcelo Fuzinato – Gaia Expedições
Marcelo Leitão –
Marcelo Santos
Marcia
Marcia (Km 85 – BR230 AM)
Marcio (IBAMA)
Marco Aurélio
Marcos
Marcos (Águia)
Mariana
Mariana Martinelli
Mariana, Manoel e Sonia (São Paulo)
Mariza e Carlos (Altamira)
Marquinhos
Mary Marrenta
Médicos da Terra
Melissa (Paulista/Francesa)
Mineiro (Rio Açuã)
Neila (Tocantins)
Nilde (Lábrea)
Nonato (Jacareacanga)
Norton
O Océlio, a Maria Luiza e a Letícia (Marabá)
O pessoal da Transportadora Bertollini (Marabá)
O pessoal do Art Hotel (Marabá)
Odomar (Apuí)
Orlando José da Silva (Caminhoneiro, São Paulo – Pacajá)
Os oficiais do 52º BIS (Batalhão de Infantaria de Selva - Marabá)
Palmieri – Kampa Equipamentos
Parazão (Altamira)
Patrick (Humaitá)
Paula
Paula Salomão
Paulinho (Humaitá)
Paulinho da padaria (Lábrea)
Paulinho Mangueira
Paulinho, Cobra e Udson (Rio Branco)
Paulo – Exposis
Paulo (Guia – Alto Paraíso)
Pedro, o Maloteiro (Humaitá)
Plácido (CIVAM Jacareacanga)
Prefeito Edmir (Pacajá)
Professor Francisco (Vila São Jorge – Itaituba)
Rafael (Carioca – São Jorge)
Raimundo, o Black (Apuí)
Raphael Oliveira
Raquel (Guapimirim)
Raquel
Regina e Claudinez – Aliança Offshore
Rico do lava à jato (Lábrea)
Robinaldo (Lábrea)
Rogerio
Rogério (Sub-oficial da Aeronáutica – CIVAM Jacareacanga)
Ronaldo (Altamira)
Rosi
Rosilane
Sabrine (Carioca)
Samira (Carioca – São Jorge)
Samuel, Agenilda e Crianças (Km 180 – BR230 AM)
Sandra (Medicilândia)
Sandra (Secretaria de Educação – Itaituba)
Sandra Vale
Selma (Alto Paraíso)
Sergio Paz
Severino (Rio Ipixuna)
Shayla (Km 85 – BR230 AM)
Sheyla (Altamira)
Silvio (Altamira)
Simone Maia
Solano (Jeep Clube – Porto Velho)
Sr Luiz e Dona Terezinha (Km 85 – BR230 AM)
Sr. Adriano (Cacique Mundurucu - Itaituba)
Sr. Darcy (Humaitá)
Sr. Jorge, Bebê, Ted, João e Jabá (Oficina I P Ramos – Lábrea)
Sr. Manoel Crispin e Dona Elma (Medicilândia)
Sr. Raimundo Bueno (Matá Matá)
Sr. Zé Pixi (Vice Prefeito de Jacareacanga – Índio Munduru)
Sr.Wilson (São Jorge)
Sula (Km 85 – BR230 AM)
Taísa
Thiago, o Samuel e a equipe da GL Pneus (Marabá)
Tia Rosinda
Tina (Cadela – Alto Paraíso)
Tio Quincas
Toninho (Alto Paraíso)
Toninho (Jeep Clube – Porto Velho)
Torres e Santos (PMS – São Jorge)
Tuti cunhado do Levy (Brasil Novo)
Uzalda (Secretaria de Educação – Itaituba)
Vagner Pontes
Valcinei ou Valci (Manicoré, quase Apuí)
Velho (Km 85 – BR230 AM)
Vito Diniz
Waldir
William Siqueira
Wilson (Uruará)
Wliana (Medicilândia)
Zé Balseiro (Rio Mucuim)
Zé Carinha, Dna Rosa, Zé Carlos, De Assis, Geizyane, Nathyelle, Josivânia, Gleicyane, Jéssica, Mikaelle, Angélica e Caio (Vila Nazaré)
Zenon (Jacareacanga)
e a infinidade de amigos que ficaram no anonimato.

Itaituba 17 - Itaituba 17

Para quem ainda não sabe….esse é o Marcos

DSC 6419 - DSC 6419

e esse o Marcelo.

Muito obrigado!

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16 Comentários Faça seu próprio

  • 1. Adriana Lyra  |  24 de Abril de 2008 às 16:19

    Marcelão e Marcos!!!!
    Vou sentir muita falta do blog e da aventura, mas sei que em breve teremos alguma novidade, duvido que vcs sosseguem por aqui por muito tempo…haha!!!
    Parabéns pelo sucesso da empreitada, pela coragem, pela persistência, por tudo que vcs fizeram pra essa aventura acontecer! Agora temos que nos encontrar pra muitos “causos”! Vamos tentar marcar algo em maio, quem sabe Membeca!!!
    Beijocas, Dri

  • 2. Beatriz  |  24 de Abril de 2008 às 16:23

    Arrasou!!!
    Arrasou!!!
    Arrasou!!!
    Acho que nem preciso dizer nada né…
    Já estou cansada de expressar minhas emoções em relação a essa viagem maravilhoa que vocês nos proporcionaram…
    Foi tudo de bom participar de tudo isso, mesmo que à distância…
    Muito obrigada!!!
    E é calro… Parabéns!!!
    Beijos pra vocês e agora aguardamos a visita…
    Não esqueçam…

  • 3. Paulinho  |  25 de Abril de 2008 às 19:13

    Fim da odisséia.
    Esse sonho foi realizado, pode riscar a parede!
    Desejamos que essa aventura do conhecimento gere frutos e permita que outros sonhos possam ser conquistados.
    Seja benvindo.
    Saúde e sucesso.
    Abraços

  • 4. Bernardo  |  27 de Abril de 2008 às 21:22

    Ééééé…. moçada!
    Acabou a viagem mesmo….
    Agora é pegar fôlego, organizar a vida e partir para a próxima!
    Bom que tudo ocorreu bem, sem maiores atropelos.

    E la nave va…

    Abraços aos dois, Marcos e Marcelo!

  • 5. Vito  |  30 de Abril de 2008 às 10:18

    Rapaz, que coisa linda. O fim da linha nunca é o fim, mas um recomeço. Viu quanta história na volta. Tenho andado sumido e o blog desatualizado por conta de muito trabalho por aqui e alguns pequenos problemas, mas estamos resolvendo tudo. Grande abraço a vc e ao Marcos.

  • 6. Cláudia Mello  |  1 de Maio de 2008 às 22:11

    Meninos
    Que vcs possam ter mais e mais aventuras recheadas de grandes amizades.
    Abraços e até um dia.

  • 7. Palmieri  |  14 de Maio de 2008 às 21:11

    Marcelo e Marcos,
    Parabéns pela empreitada.
    Gostei muito do que vi e li aqui no blog, deu uma vontade tremenda de pegar carona com vocês na próxima aventura da Brasil Social.
    Abraços,
    Alexandre Palmieri

  • 8. Paula Bento  |  14 de Maio de 2008 às 22:55

    Caramba,

    Quanta lama! Nem acredito que vi uma foto do He Man! Quanto tempo!

    Saudades de vocês,

    Um beijão

    Paula Bento

  • 9. Dario Silva  |  11 de Julho de 2008 às 17:06

    Caramba!!!!!
    Vocês foram numa aventura das mais bonitas e excitantes que já vi e também realizei. O trecho entre Humaitá e Lábrea, num final de novembro. Aquela estrada só anda acorrentado e tatu anda de chuteira. Parabéns, pelo magnífico feito, vocês me ajudaram a matar a saudade dessa aventura.
    Dario

  • 10. alcyr neves  |  15 de Dezembro de 2008 às 23:55

    parabes por esta aventuura. ja tive o praser de faser umas aventuras, nao tao brabas como esta k voces fiserao, mas tambem muito boa ja fis a BR230 de umaita ate maraba e retornando al rio de janeiro de onde saimos e fis tamben a BR319 ate manaus e de la al belem de balsa . agora vamos faser a BR163 de cuiaba a santarem retorna a umaita e ir ate manaus e retona al rio de janeiro esta viagem sera en marso de 2009 se deus quise. espero encontra as estradas um polco melhor. um abraço .caimiro de abreu; rj

    Olá Alcyr

    A viagem que pretendem fazer também será emocionante. Tenho certeza. Em março de 2009 pode ser que seja tão braba quanto a que fizemos sim. Pode até ser mais do que a nossa. Com o atraso das chuvas, a 319 pode estar muito difícil, o que faz a aventura ficar melhor. Pelo que sei, a 163 está sendo pavimentada em parte. Mesmo assim, á diversão garantida. Lembre-se de ir equipado e tudo sairá bem.
    Caso possamos ajudá-los em algo, será um prazer.

    Um abraço
    Marcelo

  • 11. elisa dias  |  5 de Março de 2009 às 19:26

    Muito legal sua viagem ,hein,mas da até medo.esse nosso brasil é show de bola.

    É verdade Elisa. Há muito a conhecer nesse Brasil.
    Obrigado pela visita.
    Um abraço
    Marcelo

  • 12. Alcyr Neves  |  21 de Maio de 2009 às 01:50

    ja fiz a expediçao de 2009 conforme relatei anteriormente foi um sucesso graças a Deus. so não fiz a 319 pos estava sozinho fiz Cuiabá Br 163 a Santarém voltei Itaituba Apuí 180 mas 30KM entrei na estrada do estanho que sai em Machadim do Oeste RO e BR 364 destino RIO . pena que não tenho um site para poder publicar, mas quem sabe um dia terei, um abraço e quando for fazer outra expedição me mande noticias pois sempre fico olhando.

    ==================

    Alcyr

    Que bom que correu tudo bem na sua expedição. Montar um blog, hoje em dia, não é tão complicado. Tente fazer um para mostrar com mais detalhes a sua aventura e divulgar a região. Um abraço e assim que tivermos novidades, te falaremos.
    Marcelo

  • 13. Patrícia  |  27 de Junho de 2009 às 07:48

    Aqui de PORTUGAL ficam as palavras de FELICIDADE que senti ao ver este projecto social! Sou estudante de Educaçao Social e nem sei como vim parar aqui (a este blog)… arrepiei-me, emocionei-me e sonhei um dia participar em algo assim!

    FELICIDADES PARA TODOS :)

    “A verdadeira solidariedade começa onde não se espera nada em troca.”

    (Antoine De Saint Exupery)
    =====================================================

    Olá Patrícia

    Mesmo sem saber como veio parar no blog, ficamos felizes que tenhas nos achado. Depoimentos como o seu também são muito importantes para fazer com que continuemos.
    Espero que vc não pare de sonhar. Um dia as coisas acontecem.
    Obrigado pela visita e pelas palavras.
    Um abraço.
    Marcelo

  • 14. Dr. Alfredo Neto  |  22 de Agosto de 2009 às 21:38

    Gostei Muito de Acopanhar estas aventura quem dera podesse
    fazer tambem mais eu fico só de adimira a coragem de vcs susseso quando fizerem outras mim avizem amigos guerreiris tiallllllllllllllllllll

  • 15. alcyr neves  |  25 de Dezembro de 2009 às 18:56

    ola meu amigo marcelo, um feliz natal e um ano novo muito feliz, estou mandando este recado para te dizer que ja tenho o meu blog, se quiser e so verifica, alcyrbneves.blogspot.com. ou entrar no googl, com espediçao familia neves, um abraço.

  • 16. christiane claudino carvalho  |  25 de Junho de 2010 às 21:21

    gostei muito da sua aventura, irada , tambem viagei com voce nessa aventura !!!!!

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